Quem foi que disse que amar é sofrer?
Quem foi que disse que Deus é brasileiro,
Que existe ordem e progresso,
Enquanto a zona corre solta no congresso?
Quem foi que disse que a justiça tarda mas não falha?
Que se eu não for um bom menino, Deus vai castigar!
Os dias passam lentos
Aos meses seguem os aumentos
Cada dia eu levo um tiro
Que sai pela culatra
Eu não sou ministro, eu não sou magnata
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém
Aqui embaixo, as leis são diferentes
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém
Aqui embaixo, as leis são diferentes
Quem foi que disse que os homens nascem iguais?
Quem foi que disse que dinheiro não traz felicidade?
Se tudo aqui acaba em samba?
(no país da corda bamba, querem me derrubar!!)
Quem foi que disse que os homens não podem chorar?
Quem foi que disse que a vida começa aos quarenta?
A minha acabou faz tempo, agora entendo por que ....
Cada dia eu levo um tiro
Que sai pela culatra
Eu não sou ministro, eu não sou magnata
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém
Aqui embaixo, as leis são diferentes
Os dias passam lentos
Os dias passam lentos
Cada dia eu levo um tiro
Cada dia eu levo um tiro
Eu não sou ministro, eu não sou magnata
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém
Aqui embaixo, as leis são diferentes
OBS: Professora, essa música pertence a Débora de Souza Santos, VI sem. A
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
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Um comentário:
Esta música relaciona-se com as épocas políticas. Nela vejo um protesto de alguém que está indignado com esses “politiqueiros de merda”, que só te olham e apertam a sua mão na hora pedir voto. E ao ganharem as eleições usam e abusam do poder, engordando as suas contas bancárias feitas fora do país. Quando a música diz “Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém / Aqui embaixo, as leis são diferentes”, é como se eu escutasse essa pessoa indignada falando para os ” politiqueiros de merda” que foi ela quem o elegeu, e cobravam da maneira agressiva os seus direitos de cidadã.
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