O filme “tempos de paz” acontece no ano de 1945, os tempos de paz já haviam chegado na Europa, mas o Brasil ainda estava tecnicamente em guerra.
O filme acontece em abril desse mesmo ano, ele mostra como eram tratados os nazistas fugitivos, que eram torturados, espancados, afim de que falassem. Nesta época aconteceu a anistia que é a libertação dos presos políticos.
Vindo da polônia Clausewitz interpretado por Dan Filip Stulbach, era um senhor que já tinha sofrido muito com a segunda guerra mundial, ele estava vindo para o Brasil em busca de emprego. Antes de vir para o Brasil ele era ator, mas deixou a carreira por falta de reconhecimento.
Ao chegar ao Brasil foi barrado sendo confundido com nazista fugitivo. Foi levado ate a sala de interrogatório do chefe da alfândega cujo nome era Segismundo. Segismundo interpretado por Tony Ramos, que antes de ser chefe da alfândega ele era contratado para fazer torturas polícia política para o presidente Getulio Vargas, ele não se importava com a utilidade que a pessoa tinha para o Brasil, ele só cumpria ordens.
A parte mais interessante do filme foi o final, onde o Polonês Clausewitz que todos pensavam que era apenas um ator que só queria mudar de vida, na realidade era um nazista que era filho do médico que Segismundo havia torturado quebrando o osso de suas mãos. Ele veio para o Brasil só para se vingar de Segismundo, cortando-lhe a cabeça e entregando a seu padrinho.
O conteúdo abordado no filme é muito interessante, porém o modo que foi abordado foi ruim. O filme possui poucos cenários, tudo acontece em volta de uma sala onde ocorre o interrogatório.
O filme dirigido por Daniel Filho que não soube desenvolver as cenas do filme, fazendo assim com que o filme fique chato e repetitivo. Não recomendo.
(Hévely Cristina, Aline Oliveira)
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terça-feira, 29 de setembro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Resenha do filme Tempos de Paz.
Em 1945, para fugir da Segunda Guerra Mundial, imigrantes europeus chegam ao Brasil, no porto do Rio de Janeiro. Lá, encontra-se o interrogador da polícia especializado em torturas Segismundo (Tony Ramos), funcionário do governo de Getúlio Vargas, que interroga o ex-ator polonês Clausewistz (Dan Stulbach), que conseguiu escapar do nazismo depois de passar pelos horrores da guerra.
Em 1945, após amenizados os ânimos da Segunda Guerra na Europa, o Brasil ainda vive sob tensão, somente aguardando as novas para Tempos de Paz. Neste contexto, chega ao porto do Rio de Janeiro um navio de refugiados da Polônia, dentre eles Clausewitz (Dan Stulbach), um homem que nunca havia vindo ao Brasil, mas é apaixonado pelo idioma português. Revelando ser um simples agricultor, o polonês causa dúvida aos agentes da imigração, e é preso.
Aterrorizado pela possibilidade do fim da guerra, o chefe da imigração da Alfândega, Segismundo (Tony Ramos) apenas espera pela vingança dos homens presos por ele, quando ainda era um torturador da política do governo de Getúlio Vargas. Quando defrontado com Clausewitz, ele não sabe que atitude tomar, então prefere deportar o polonês, a não ser que ele dê uma explicação clara para o fato de um agricultor saber falar tão bem o português, além de não ter nenhum calo na mão.
Na sala de interrogatórios da Alfândega, Clausewitz precisa provar que não é nenhum comunista, e nem mesmo um nazista, querendo refúgio longe da Europa. Com uma visão totalmente romantizada do país, ele se assusta com a forma como é tratado, já que imaginava que ali poderia viver um sonho, depois de passar pelos horrores da guerra em seu país. Ao confessar à Segismundo que, na verdade, era ator na Polônia, e que desistiu da profissão depois dos horrores que viu, Clausewitz é desafiado: ele só não será deportado se fizer o ex-torturador chorar nos próximos dez minutos com uma das histórias que viveu.
O fim pra mim ficou perfeito, um pouco de comédia um pouco de aflição se ele vai ficar ou não, se o personagem de Tony Ramos vai chorar.E acabou q ficou tudo bem, só não houve uma vingança do médico para Segismundo.
Gênero: Drama
Lançamento: 14 de Ago, 2009
Flavia Santos 4º semestre B.
Em 1945, para fugir da Segunda Guerra Mundial, imigrantes europeus chegam ao Brasil, no porto do Rio de Janeiro. Lá, encontra-se o interrogador da polícia especializado em torturas Segismundo (Tony Ramos), funcionário do governo de Getúlio Vargas, que interroga o ex-ator polonês Clausewistz (Dan Stulbach), que conseguiu escapar do nazismo depois de passar pelos horrores da guerra.
Em 1945, após amenizados os ânimos da Segunda Guerra na Europa, o Brasil ainda vive sob tensão, somente aguardando as novas para Tempos de Paz. Neste contexto, chega ao porto do Rio de Janeiro um navio de refugiados da Polônia, dentre eles Clausewitz (Dan Stulbach), um homem que nunca havia vindo ao Brasil, mas é apaixonado pelo idioma português. Revelando ser um simples agricultor, o polonês causa dúvida aos agentes da imigração, e é preso.
Aterrorizado pela possibilidade do fim da guerra, o chefe da imigração da Alfândega, Segismundo (Tony Ramos) apenas espera pela vingança dos homens presos por ele, quando ainda era um torturador da política do governo de Getúlio Vargas. Quando defrontado com Clausewitz, ele não sabe que atitude tomar, então prefere deportar o polonês, a não ser que ele dê uma explicação clara para o fato de um agricultor saber falar tão bem o português, além de não ter nenhum calo na mão.
Na sala de interrogatórios da Alfândega, Clausewitz precisa provar que não é nenhum comunista, e nem mesmo um nazista, querendo refúgio longe da Europa. Com uma visão totalmente romantizada do país, ele se assusta com a forma como é tratado, já que imaginava que ali poderia viver um sonho, depois de passar pelos horrores da guerra em seu país. Ao confessar à Segismundo que, na verdade, era ator na Polônia, e que desistiu da profissão depois dos horrores que viu, Clausewitz é desafiado: ele só não será deportado se fizer o ex-torturador chorar nos próximos dez minutos com uma das histórias que viveu.
O fim pra mim ficou perfeito, um pouco de comédia um pouco de aflição se ele vai ficar ou não, se o personagem de Tony Ramos vai chorar.E acabou q ficou tudo bem, só não houve uma vingança do médico para Segismundo.
Gênero: Drama
Lançamento: 14 de Ago, 2009
Flavia Santos 4º semestre B.
domingo, 27 de setembro de 2009
Tempos de paz
O filme Tempos de Paz baseado numa peça teatral, o que traz uma dificuldade maior em sua produção. Cenários mínimos tornam-se palco para um interessante dialogo entre um agente da imigração – e também ex-torturador – (Tony Ramos) e um imigrante da Polônia que deseja apenas esquecer os horrores da guerra e ter vida nova no Brasil (Dan Stulbach).Dramaticamente de longe o polonês de Stulbach está melhor. Transmite uma sinceridade singular, de olhos sempre emotivos. Com uma alegria quase triste e uma tristeza quase feliz, seu monólogo final é mágico. De travar qualquer um. Ramos ainda devia agradecer seu parceiro de cena por levá-lo aos seus melhores momentos, principalmente no finalzinho. Seu personagem tem a vantagem de um trauma forte que deveria o favorecer, mesmo com tanta afirmação quanto sua incapacidade de se emocionar. Não faz feio, é verdade, mas perde de longe o combate dramático. O ator e diretor Daniel Filho tem no currículo os sucessos: Se Eu Fosse Você (2006) e Se Eu Fosse Você 2 (2009) o Primo Basílio (2007) e o divertido O Cangaceiro Trapalhão (1983).
Tempos de Paz é um filme com muita categoria, e ganha pontos consideráveis com a atuação irrepreensível de Dan Stulbach. E isso já é suficiente para fazer dele um bom filme.
Tempos de Paz é um filme com muita categoria, e ganha pontos consideráveis com a atuação irrepreensível de Dan Stulbach. E isso já é suficiente para fazer dele um bom filme.
sábado, 26 de setembro de 2009
Resenha Crítica
Tempos de paz
Um filme que retrata o quanto o Brasil precisou de braços para a agricultura
O filme Tempos de paz tem como diretor Daniel Filho, único herdeiro do ator e cantor Joan Daniel Ferrer e da atriz argentina María Irma López. Daniel Filho nasceu no meio artístico e teve contato com grandes nomes do espetáculo brasileiro desde pequeno. Como ator, chamou a atenção contracenando com Jece Valadão em dois dos mais conhecidos filmes brasileiros da década de 60: Os Cafajestes e Boca de Ouro e como diretor nos filmes: A partilha e Se eu fosse você. O longa-metragem estreiou no dia 14/08/09, tendo em seu elenco atores reconhecidos internacionalmente, tais como: Tony Ramos, Daniel Filho (além de diretor, faz parte do estrelado do filme), Dan Stulbach, Louise Cardoso, entre outros. É um drama que tem como roteirista Bosco Brasil e como produtora Lereby Produções.
O longa tem início em abril de 1945, no final da 2ª guerra mundial, com a chegada de muitos imigrantes vindos da Europa em busca de uma vida melhor no Brasil, ao chegar ao cais do Rio de Janeiro capital do Brasil na época, esses imigrantes passavam por um interrogatório com um “pau mandado”, ex-integrante da policia política da era Vargas, que desde pequeno foi criado pra isso pelo seu padrinho, era órfão e tinha apenas sua irmã, então fazia desse trabalho sujo garantia de ficar perto da pessoa que mais amava desse mundo. O interrogatório tinha como finalidade a autorização em forma de visto da permanência do imigrante no Brasil.
Dentre todos os imigrantes, o polonês ex-ator Clausewitz, chamou à atenção do Segismundo o “pau mandado”. Pois o polonês falava fluentemente o português, sendo até confundido com um fugitivo nazista. Só que este era um ex-ator por trás de um falso agricultor que veio para o Brasil com a finalidade de fugir das lembranças das desgraças causadas pela guerra na Europa. O filme se passa por completo na sala de imigração do porto do Rio de Janeiro, onde o Clausewitz (Dan Stulbach) tenta convencer o chefe da imigração da alfândega (Tony Ramos) a permanecer no Brasil, fazendo-o chorar, por que essa foi a única condição estabelecida pelo Segismundo, para que o polonês permanecesse no Brasil. O ex-ator teve de usar o seus dons artísticos para fazer o Segismundo chorar, já que se ele continuasse falando dos massacres acontecidos em sua terra na época não comoveria o Segismundo, pois este estava acostumado com esses massacres, sendo que ele próprio o cometia aqui no Brasil.
O charme do filme é ver a poesia e a “língua passarinhos”, ou seja, linguagem de pessoas inocentes, como disse Clausewitz interagindo entre si. E ajudando o imigrante a permanecer no Brasil. Ele conseguiu fazer o Segismundo chorar, recitando uma poesia de uma das peças que fez quando era ator, que se encaixou de maneira surpreendente com o momento que eles estavam vivenciando, conseguindo o visto de permanência no Brasil. Como ele tava tentando entrar no pais como agricultor, o polonês ironizou no final ao dizer que por mais que ele fuja do seu passado o seu amor é pelos palcos de teatros.
Recomendo o filme a vocês leitores, para que tenham a honra de conhecer o aparato histórico vivido no Brasil durante o final da 2ª guerra Mundial, que por sinal marca a Era Vargas.
Um filme que retrata o quanto o Brasil precisou de braços para a agricultura
O filme Tempos de paz tem como diretor Daniel Filho, único herdeiro do ator e cantor Joan Daniel Ferrer e da atriz argentina María Irma López. Daniel Filho nasceu no meio artístico e teve contato com grandes nomes do espetáculo brasileiro desde pequeno. Como ator, chamou a atenção contracenando com Jece Valadão em dois dos mais conhecidos filmes brasileiros da década de 60: Os Cafajestes e Boca de Ouro e como diretor nos filmes: A partilha e Se eu fosse você. O longa-metragem estreiou no dia 14/08/09, tendo em seu elenco atores reconhecidos internacionalmente, tais como: Tony Ramos, Daniel Filho (além de diretor, faz parte do estrelado do filme), Dan Stulbach, Louise Cardoso, entre outros. É um drama que tem como roteirista Bosco Brasil e como produtora Lereby Produções.
O longa tem início em abril de 1945, no final da 2ª guerra mundial, com a chegada de muitos imigrantes vindos da Europa em busca de uma vida melhor no Brasil, ao chegar ao cais do Rio de Janeiro capital do Brasil na época, esses imigrantes passavam por um interrogatório com um “pau mandado”, ex-integrante da policia política da era Vargas, que desde pequeno foi criado pra isso pelo seu padrinho, era órfão e tinha apenas sua irmã, então fazia desse trabalho sujo garantia de ficar perto da pessoa que mais amava desse mundo. O interrogatório tinha como finalidade a autorização em forma de visto da permanência do imigrante no Brasil.
Dentre todos os imigrantes, o polonês ex-ator Clausewitz, chamou à atenção do Segismundo o “pau mandado”. Pois o polonês falava fluentemente o português, sendo até confundido com um fugitivo nazista. Só que este era um ex-ator por trás de um falso agricultor que veio para o Brasil com a finalidade de fugir das lembranças das desgraças causadas pela guerra na Europa. O filme se passa por completo na sala de imigração do porto do Rio de Janeiro, onde o Clausewitz (Dan Stulbach) tenta convencer o chefe da imigração da alfândega (Tony Ramos) a permanecer no Brasil, fazendo-o chorar, por que essa foi a única condição estabelecida pelo Segismundo, para que o polonês permanecesse no Brasil. O ex-ator teve de usar o seus dons artísticos para fazer o Segismundo chorar, já que se ele continuasse falando dos massacres acontecidos em sua terra na época não comoveria o Segismundo, pois este estava acostumado com esses massacres, sendo que ele próprio o cometia aqui no Brasil.
O charme do filme é ver a poesia e a “língua passarinhos”, ou seja, linguagem de pessoas inocentes, como disse Clausewitz interagindo entre si. E ajudando o imigrante a permanecer no Brasil. Ele conseguiu fazer o Segismundo chorar, recitando uma poesia de uma das peças que fez quando era ator, que se encaixou de maneira surpreendente com o momento que eles estavam vivenciando, conseguindo o visto de permanência no Brasil. Como ele tava tentando entrar no pais como agricultor, o polonês ironizou no final ao dizer que por mais que ele fuja do seu passado o seu amor é pelos palcos de teatros.
Recomendo o filme a vocês leitores, para que tenham a honra de conhecer o aparato histórico vivido no Brasil durante o final da 2ª guerra Mundial, que por sinal marca a Era Vargas.
Resenha sobre o filme " Tempos de Paz"
A VERDADE QUE MUITOS NÃO SABEM
MISTURA DE HISTÓRIA, DRAMA E POESIA ASSIM PODEMOS DESCREVER “TEMPOS DE PAZ”
Um filme brasileiro, dirigido pelo experiente diretor, ator e produtor Daniel Filho, com excelentes atuações de Tony Ramos e Dan Stulbach, e um roteiro de Bosco Brasil. Ainda no elenco estão o próprio Daniel Filho, Ailton Graça e Louise Cardoso. Com o fim da segunda guerra mundial, o Brasil se aproxima aos EUA, o que faz o governo Vargas libertar muitos presos políticos. Segismundo (personagem de Tony Ramos) é um ex-oficial da policia política que torturou muitos desses presos e que teme a vingança dos mesmos. No meio dessa história Segismundo, que trabalha no porto do Rio de Janeiro, tem que interrogar Clausewitz (personagem de Dan Stulbach) um imigrante polonês. A partir desse ponto se forma uma das maiores cenas do cinema brasileiro. Intenso, forte, porém poético. Atuações brilhantes. Filme da melhor qualidade. Poesia pura ao falar da língua portuguesa como uma língua "de passarinhos", segundo o personagem de Dan, que se chocou ao ver que o povo daquela língua tão bela, também capaz de fazer os piores horrores. Em meu nefando julgamento recomendaria o filme pra você, pra você brasileiro.
MISTURA DE HISTÓRIA, DRAMA E POESIA ASSIM PODEMOS DESCREVER “TEMPOS DE PAZ”
Um filme brasileiro, dirigido pelo experiente diretor, ator e produtor Daniel Filho, com excelentes atuações de Tony Ramos e Dan Stulbach, e um roteiro de Bosco Brasil. Ainda no elenco estão o próprio Daniel Filho, Ailton Graça e Louise Cardoso. Com o fim da segunda guerra mundial, o Brasil se aproxima aos EUA, o que faz o governo Vargas libertar muitos presos políticos. Segismundo (personagem de Tony Ramos) é um ex-oficial da policia política que torturou muitos desses presos e que teme a vingança dos mesmos. No meio dessa história Segismundo, que trabalha no porto do Rio de Janeiro, tem que interrogar Clausewitz (personagem de Dan Stulbach) um imigrante polonês. A partir desse ponto se forma uma das maiores cenas do cinema brasileiro. Intenso, forte, porém poético. Atuações brilhantes. Filme da melhor qualidade. Poesia pura ao falar da língua portuguesa como uma língua "de passarinhos", segundo o personagem de Dan, que se chocou ao ver que o povo daquela língua tão bela, também capaz de fazer os piores horrores. Em meu nefando julgamento recomendaria o filme pra você, pra você brasileiro.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Frase
Recebi por e-mail, a informação (que não verifiquei) é de que ganhou um concurso, mas vencedora ou não a frase é ótima e nos faz refletir. então anotem:
"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor
para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos
melhores para o nosso planeta?"
não tive acesso aos créditos nem referencia...por isso se alguém souber avisa pra divulgar...
"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor
para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos
melhores para o nosso planeta?"
não tive acesso aos créditos nem referencia...por isso se alguém souber avisa pra divulgar...
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
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